15 julho 2008

54

O ano passado cem anos do seu nascimento, também no meu.
Este são 54 da sua morte, em 54 do século passado.
Entre o seis e o doze_treze. Sem coluna, perna ou pneumonia.
Entre a dor e a morte. Óleo sobre tela igual a.
Amor.


Magdalena Carmen Frieda Kahlo Calderón

Desde su diário:

no luna, sol, diamante, manos-yema, punto, rayo, gasa, mar, verde pino, vidrio rosa, ojo, mina, goma, lodo, madre, voy. = amor amarillo, dedos, útil niño flor, deseo, ardid, resina. potrero, bismuto, santo, sopera. gajo, año, estaño, otro potro. puntilla, máquina, arroyo, soy. metileno, guasa, cáncer, risa. gorjeo - mirada - cuello, viña pelo negro seda niña viento = padre bena pirata saliva sacate mordaza consumo viváz onda - rayo - tierra - rojo - soy.

7 comentários:

pinguim disse...

Pode ser-se ou dizer-se tudo sobre Frida Khalo, menos uma coisa: ficar indiferente...
Abraço.

Special K disse...

Uma senhora grande em tudo.
Um abraço

Catatau disse...

E eu gosto tanto do filme...

Ophiuchus disse...

Nem sei que vos diga...
Assim uma espécie de idolatria sentimental (cheio de coincidências numéricas).

Viva la vida, viva la frida!

Paulo disse...

boa memória, nem a sabia carangueja, coincidências. ó vida dolorosa e genial!

Ophiuchus disse...

Infantilismo etnológico, profundamente sentido em todas as extremidades nervosas; Delírio artístico por necessidade de outras linguagens para se expôr terapeuticamente; a feminilidade à prova em romance de ir e voltar com final feliz -encarcada em barbitúricos- sempre no narcótico leito, palco de inspição realizada e tortura);o poder do coração asteca, arrancado do peito e em comunicação com os deuses.
E mais, e mais...

Ophiuchus disse...

encarcada é encharcada!